sexta-feira, março 10, 2006

PERSCRUTAÇÕES PEREMPTÓRIAS DAS INCONGRUÊNCIAS IDIOSSINCRÁTICAS VIII
Puxa. Eu achava que só os porcos capitalistas é que ganhavam dinheiro com banco.

quarta-feira, março 08, 2006


Kornellius´ Drinks


Aniversário hoje.
Ei? Tem alguém aqui?

segunda-feira, março 06, 2006

Rachel Weisz



Por mim, Oscar de Melhor Atriz, Cannes, Emmy, Grammy, Troféu Imprensa, casa, comida e roupa lavada.

sexta-feira, março 03, 2006

Tarde Demais



É uma pena. Se eu tivesse descoberto esta excursão antes, mas nunca que eu ia de carro...

quinta-feira, março 02, 2006

Spongeback Mountain.

quarta-feira, março 01, 2006

Quarta-Feira de Cinzas



Hoje tem início a quaresma: período de quarenta dias que antecede o post anual do kowalski.

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Carnival

Hoje é segunda-feira. Carnaval. Você está aí? Pois é, eu também.

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

U2 - 21/02/06 - Estádio Do Morumbi - São Paulo



05h00 - Toca o despertador. Cocô, Yakult, Gilette, Corona (a Ducha Corona, não o Lauro), TIM, Rádio Táxi Faixa Vermelha e lá vou eu para mais uma viagem a serviço do capitalismo selvagem, ô-ô-ô.

07h00 - HSBC, TAM e lá vou eu rumo à cidade que não pode parar. 1/2 jogo de futebol depois das 08h00 e lá estou eu em São Paulo.

09h00 - Horário comercial. Man at work.

11h00 - Xixi.

13h00 - Hotel. Invento de tentar descansar antes da maratona continuar. Não deu. Enquanto eu comia um linguado de cueca no quarto (eu de cueca, não o peixe), minha colega de trabalho Larissa almoçava na tal da Figueira (?) na mesa ao lado de uma celebridade. Silvio Santos? Não: Larry Mullen Jr. Creda, que gay essa parágrafa ficou.

15h00 - De volta ao horário comercial. Man at work again.

17h00 - Boa nova: motoboy chega com um envelope contendo um presente de um fornecedor: um ingresso cortesia para o grande show da noite. Morumbi, lá vou eu.

19h00 - Morumbi, lá estou eu. Antes, fora do campo tricolor, uma boa Skol. (Adendo: Isso de não vender cerveja em estádio de SP é um porre.) Depois, com os dois pés lá dentro, um cachorro-quente ruim do Bob's e um péssimo lugar na arquibancada. Zente, digo: nunca, mas nunca escolham/prefiram ver um show na arquibancada. É mais longe, mais frio, mais tudo de ruim. Meu primeiro Rolling Stones no Brasil foi assim e serviu para descobrir isso. Pista é 1.000.000 x melhor. Gaste e paste o que for possível e impossível, mas quando o pápulo é espetáculo, por favor pise na grama.

21h00 - FFim de um grande show. Franz Ferdinand é de FFoder! Os escoceses tocaram apenas uma horinha, mas foi o suficiente para provar que são dos bão. Tudo bem que banda de abertura de show grande não tem som nem luz que prestem, e também que estádio é cousa demais para o tamanho do grupo, mas FFoda-se: Franz Ferdinand é FFera! O set list foi rachado meio a meio entre sucessos dos dois primeiros discos, com destaque para alguns hits que fizeram o público aplaudir de coração, como "Take Me Out" (que fez eu me lembrar da minha filha, que adora a música do "sha-la-la-la" do meu disco preto) e "Do You Want To?" (que fez eu me lembrar da minha namorada, que ama a cançã em questã e queria estar comigo lá). I'm lucky, lucky, I'm so lucky. FFico imaginando como seria em um lugar FFechado em vez de um palco aberto. Entre quatro paredes, o que o Franz Ferdinand deve FFazer é FFoda! (Adendo again: conheça também outra opinião do show do FF aqui.) E creda again, que gay essa parágrafa ficou também.

21h01 - Toca o celular. Trampo chama. Novamente de volta ao horário comercial. Man at work again one more time e madrugada adentro. Bye, bye, rock & roll all night. Morumbi, lá vou eu pela saída, cumprir o meu dever de cidadão trabalhador de papel passado e carteira assinada, sem nem ver ou ouvir os irlandeses do U2 no palco. Mas ok: eu nunca fui muito fã mesmo.

Fim.

: )

P.S.: última: 11h00 de hoje e mais de 24 horas depois do início da saga de ontem, entra em cena mais uma celebridade (?): Leão, atual técnico porco, junto com um segurança do Palmeiras, esperando um táxi ao meu lado na porta do hotel. Cruzes, o cara parece uma vovozinha com esteróides. Eu, hein.

Fim again.

: )

P.S. again: agora leia o post anterior e faça como eu: fique com inveja dos amigos mafrenses no Rio. Show!

terça-feira, fevereiro 21, 2006

Rolling Stones - 18/02/06 - Praia De Copacabana - Rio De Janeiro



Sonolento demais para concatenar as palavras. Cansado demais para digitá-las. Extasiado demais para encontrar as mais condizentes. Mas it's only Rolling Stones, gente. Só que com eles nada nunca it's only.
O fato é que as véia-caqueca do rock são foda. E tudo vale a pena quando a praia não é pequena.
Valem a pena as quase doze horas de viagem noturna, com direito a túneis repetidos de um RodoAnel onde a gente errou feio a saída.
Vale a pena a caminhada de Botafogo até Copacabana, com direito à travessia claustrofóbica e escaldante do Túnel Novo (é esse o nome?).
Vale (e muito) a pena chegar na praia às 14 horas, já achando que o melhor lugar que encontraríamos seria um mocó qualquer a uns duzentos quilômetros do palco, e se posicionar no primeiro grupo de gentes.
Vale a pena enfrentar o sol na venta, o cansaço nas pernas, o sono nos olhos, a areia no corpo, a chatice do AfroReggae e todo o resto.



E foi mesmo assim: uma longa viagem de carro, ultrapassando ônibus e mais ônibus de excursão pelo caminho, em meio a muito papo, risadas, cds pulando, cochilos ocasionais e paradas estratégicas para xixi, água, refri, café e misto morno. Ao entrar na cidade, mais ônibus e ônibus de excursão, a polícia-mais-bem-preparada do Brasil (uma das muitas piadas particulares que não cabem explicar aqui e agora porque demóóóóra) em cada esquina, e uma fila de ônibus que atravessava o Rio de Janeiro inteiro - ou assim me pareceu. Fudeu, pensei. Vamos ficar mais longe do quê o mais longe que eu já pensava que ficaríamos, repensei. Então o jeito era relaxar, tomar um banho, sair do banho já suando de novo, vestir a camiseta exclusiva, a mochila com o kitão de sobrevivência e camelar. Ao chegarmos em Copa, marcamos um ponto de encontro bem longe da muvuca pro caso de nos perdermos - o que aconteceu - e vislumbramos a praia. E o palco. Tinha gente pra tudo que é lado, mas nenhum aglomerado. A galera circulava, comia, bebia e se escondia do sol nas sombras das parcas árvores. Vamos em frente, falei. E fomos. E chegamos lá no começo, quase diante de uma grade de proteção. Foi quando percebemos que, se seguíssemos pelo lado, poderíamos contornar esta tal grade. Compramos uns sandubas numa barraquinha com os simpáticos dizeres "Vem Sem Medo" e passamos para a segunda "galeria". E não é que havia ainda mais uma galeria à frente, logo antes de área VIP? O Jorge foi lá fuçar e acabamos descobrindo que era possível entrar lá também. E foi assim que nos acomodamos do ladinho do palco pequeno. Na seqüência rolou besuntação geral com Sundown 30 e cerveja a dois pilas - o mesmo preço das praias paranaenses (!). Ainda conseguimos emprestar um pouco de sombra de um guarda-sol mineiro. Muito Gatorede, Nutry, água de coco e cerveja depois, o DJ não-sei-quem conseguiu levantar um pouco a galera com uma seleção coerente de musiquetas. Depois veio o AfroMalaReggae, que não conseguiu fazer a gente levantar-se da areia. De lá pude ouvir os caras assassinando "Mosca Na Sopa", "Que País É Este" e "Imagine". Em seguida vieram os Titãs, com um show surpreendentemente vigoroso, compacto e animado (surpreendente porque ultimamente os caras viraram uns chatonildos burocráticos). Mas a performance nada sonífera dos representantes do velho brock conseguiu levantar legal a galera e abrir terreno para os britânicos incendiarem o milhãozinho de pessoas. E não demorou muito.



Após uma viagenzinha semi-lisérgica em um vídeo no telão, os acordes de "Jumpin" Jack Flash" fizeram a galera explodir. A festa de aniversário do Jorge estava começando. Eu e meu irmão o abraçamos e pulamos ao som daqueles velhacos. E digam o que quiserem dos Stones: que já passaram do tempo, que seus shows são caça-níqueis, que não inovam mais em nada. Tudo cai por terra, ou por areia, quando eles entram estraçalhando no palco. Mick parece ligado no 220. Todos os gestos podem e devem ser calculados, mas funcionam bem demais. Não consigo imaginar outro frontman como ele, vivo e esgoelante . Keith é uma múmia viva, conservada em álcool, drogas e rock'n'roll. E toca pra carái. Sem falar que mantém uma baita sinergia com a guitarra do outro maracujá-de-gaveta, Ron Wood. Lá do fundo, Charlie conserva a tal fleuma britânica de tocar (muito bem) bateria (se é que existe fleuma pra tal instrumento). O som estava límpido, puro, cristalino. A voz de Jagger nunca pareceu tão boa. Coisa doida. Ao contrário das outras duas passagens pelo Brasil, desta vez a grande pirotecnia visual foi deixada de lado, o que aguçou a qualidade musical e as músicas em si. O set incluiu três boas músicas do disco novo, uma do Voodoo Lounge, além de um esperto bloco bluseiro, com uma "Midnight Rambler" pesadona e vermelha e uma maravilhosa versão de "The Night Time Is The Right Time", que eu conhecia com os The Animals e não sabia que era do Ray Charles. Tivemos ainda a linda, maravilhosa, irretocável "Wild Horses" e até mesmo a divertida "Get Out Off Of My Cloud". E mais quase todos os clássicos, quatro deles incluídos no bis poderoso.



Dispensável dizer que passei um pouco mal no meio do show e tive que me afastar para respirar direito. Dispensável dizer que esperei pelos meus companheiros de show por mais de uma hora no ponto de encontro. Dispensável dizer que a volta foi cansativa e que nos arrastávamos pelas ruas. Dispensável dizer que no dia seguinte nos assumimos turistas e conhecemos o Cristo Redentor, além de Ipanema, Leblon e Arpoador. E que ainda vimos um jogo no Maracanã, onde o atual campeão da Taça Guanabara bem que poderia ter levado uma goleada do Nova Iguaçu, mas segurou um empate. Dispensável dizer que a viagem de volta foi longa e sonolenta. Tudo que tinha pra ser dito foi cantado em coro durante duas horas. E pronto.

Adendo 1: muitos fatos, situações e frases não são de minha autoria, mas dos meus companheiros de show.
Adendo 2: conheça também outras opiniões de antes e depois e depois do show.
Adendo 3: se você tiver saco e visão-de-falcão-além-do-alcance, pode tentar me achar aqui.

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Amanhã, TALVEZ, você me encontre aqui para ver estes frenéticos aqui e, QUIÇÁ, estes proféticos aqui.
COLUNA DO VÉIO RANZINZA

Esta conturbada vinda do U2 foi oportuna, principalmente para dirimir uma questão que há algum tempo me frita a cachola. Que porra de meia entrada é essa? Por que um bando de adolescentes pagam metade do preço para ver um show e o já espoliado contribuinte comum tem que pagar 200 reais, quase 100 dólares. Viraram patrocinador do porre da molecada. À merda! Shows de rock tem a única e exclusiva finalidade na vida de qualquer ser humano que é beber pra caralho e cantar as músicas e a mulherada, nada mais que isso. E que cada um arque do próprio bolso seus vícios.

Meia entrada tem que valer para comprar livros, para fazer pesquisa, trabalhos aprofundados, adquirir cultura de verdade. Não tem que patrocinar shows de rock ou qualquer outra estultice dita artística. Vão se entupir de Goethe, Kafka, Machado de Assis. Vá a um museu, com obras de valor e talento. Com certeza vão aproveitar para a vida toda e ampliar a capacidade mental já tão degenerada. Confiem no Véio!!

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

HSBC(u)

No fim do ano passado, meu nome entrou no Serasa graças a uma grande cagada do HSBC. Eles aceitaram e deram como "sem fundos" um cheque meu de 1994, que foi roubado e devidamente sustado com BO e tudo o mais. Pior, o cheque era de 30 reais e o limite por folha, na época, era de R$ 32,00. Pior ainda, a conta havia sido fechada em 1999 e o imbecil que assinou o cheque errou até o meu próprio nome. Ainda assim, o cheque foi "aceito" pelo banco e o meu nome foi parar no Serasa. Como sou de boa paz, não quis processar o banco, apenas deixei que resolvessem o pepino para mim.

No ano passado, quando minha filha nasceu, abri uma poupança no nome dela. Aliás, foi um caos para abrir esta poupança. Parecia que eu estava fazendo algo proibido, ruim para o banco, tantos foram os documentos e os dias para regularizar a abertura da conta, com mil e tantos reais.
Na semana passada, puto com a dificuldade para aplicar mais recursos na conta, pedi o resgate ao meu gerente. Após consultar o computador, sabe o que ele me disse? "Esta conta não existe". Assim, puft. A poupança simplesmente não existe, apesar de eu ter o comprovante original do depósito inicial. Tem número e tudo, mas a poupança não existe. Legal, né?
Amanhã você me encontra aqui pra ver estes caquéticos aqui.
Rolling Stones ou U2?

terça-feira, fevereiro 14, 2006

De esguelha



"Olhar para um decote é como olhar para o sol. Você não olha diretamente. É muito arriscado. Você dá uma conferida e então disfarça e olha pro outro lado." (Jerry Sienfeld)

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

O Futuro É Vortex



Lembra que no futuro...

...de "De Volta Para O Futuro 2" a chuva era prevista com uma absurda precisão matemática, mas em compensação quase todo mundo tinha a cara do Michael J. Fox?

...de "Blade Runner" havia superpopulação e chuva ácida, mas em compensação você podia encontrar uma andróide com a cara da Sean Young quando ela ainda era young, bonita e gostosa?

...de "2.001 - Uma Odisséia No Espaço" um supercomputador sacaneava os humanos enquanto um monólito negro dava um puta nó na cabeça da gente, mas em compensação tudo compensava quando o filme era do Kubrick?

...de "Laranja Mecânica" rolava ultra-violência, Tratamento Ludovico e outras sacanagens distópicas, mas em compensação tudo compensava de novo e sempre quando o filme era do Kubrick?

...de "Fuga De Nova York" a grande maçã virava uma grande prisão, mas em compensação você escapava dali fácil, fácil, desde que o seu nome fosse Cobra Plissken?

... de "Brazil - O Filme" um estado totalitário e opressor impedia até mesmo de sonhar, mas em compensação tudo era embalado pela bela Aquarela Do Brasil?

...de "Akira" tudo era caos e devastação (como quase sempre nestes filmes futuristas), mas em compensação tudo era maravilhosamente bem desenhado e animado?

...de "O Dorminhoco" as mulheres eram frígidas, os homens impotentes e o estado era totalitário, mas em compensação o humor do Woody Allen estava afiadíssimo?

...de "O Demolidor" só existia sexo virtual, mas em compensação nada compensava num futuro que tinha Sylvester Stallone e Wesley Snipes se estapeando?

...de "Tron - Uma Odisséia Eletrônica" você podia entrar dentro do computador, mas em compensação o tal computador não passava de um 386 bem meia-boca?

...de "Mad Max" tudo era desolação e a gasolina valia mais do que a água, mas em compensação você... é... hmmm... podia comer bastante areia?

...de "Solaris" (o russo) tudo era devagar quase parado, mas em compensação o final arrepiava?

...de "O Vingador Do Futuro" sua vida era amontoado de mentiras, mas em compensação uma dessas mentiras era a Sharon Stone?

E aí, lembra de mais coisas daquele futuro que não é mais como era antigamente?
O Diego foi ver Brokeback Mountain.
TEM FESTA NA COLONHA!!



Os auditores do RankBrasil estarão no dia 10 de fevereiro de 2.006 às 19 horas, em Colombo/PR, acompanhando o recorde da polenta mais comprida, a qual irá medir aproximadamente 43 metros de comprimento x 70 cm de largura. Após a medição ser realizada, a polenta será servida gratuitamente a todo o público presente. A festa é considerada a maior da colônia italiana do Estado do Paraná, será a 43ª Festa da Uva. Marco da imigração italiana no município, a festa teve início em 1959 e a cada edição registra grande crescimento no número de expositores e público.

É, o Colono não vai dar as caras hoje. Deve tá mexendo o tacho, senão desanda a polenta.
Brokeback To The Future.

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Jennifer Governo



As pessoas têm nome e seus sobrenomes são os nomes das companhias para que trabalham. Eu, por exemplo, seria Xarape Meditabundas, apesar de não ter trabalhado muito por aqui nos últimos dias.
Mas a história começa assim: dois sujeitos chamados John Nike, que trabalham no marketing da companhia, convencem Hack Nike, do merchandising, a trabalhar para eles. Animado com a possibilidade de melhorar de emprego, Hack assina um contrato sem conseguir ler as letras miúdas. Ali, porém, está escrito que ele terá que matar no mínimo 14 adolescentes que comprarem o tênis Mercúrio, produto da própria Nike e que custa dois mil dólares o par. A estratégia é, graças à repercussão dos assassinatos, vender mais e mais pares do tênis.
Quando percebe o que assinou, Hack fica desesperado e procura a polícia. Mas a polícia, assim como tudo na história, é privatizada, e avisa que se ele não cumprir o contrato vai ter que pagar milhares de dólares de indenização. Se ele o cumprir e o Governo pagar a polícia para achar o assassino, ele está ferrado. Resta, no entanto, uma saída: contratar a própria polícia para matar os jovens.
Assim começa o livro "Jennifer Government", traduzido aqui para "EU S/A".
O livro não é exatamente bem-escrito. Mesmo assim, a história é daquelas que você pega e não quer largar mais. Vale dar uma lida.

terça-feira, fevereiro 07, 2006

Quero ver alguém pôr fogo no Medita!!

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

Garotas & Cadáveres



Ok, a seção "Tudo Isso É Tara" já passou desta para melhor há tempos. Mas de qualquer forma, eis um link matador que não faria feio no meio daquela finada séria-série.
Data do baralho.

No dia 6 de fevereiro, há exatos 11 anos, 5 membros desse staff recebiam um canudo cada um.
Variáveis: cabelos, quilos, idade.
Constantes: piadas, piadas, amizade.
Faça as contas.

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

Concurso de logomarcas fálicas.


Aniversário do UCA


Hoje. Mais alguma coisa pra comentar?

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Oscar 2006



Ontem saiu a lista do Troféu Imprensa da Sétima Arte de Hollywood e eu, para variar, não vi quase nada dos concorrentes. Assisti só um ou outro dos indicados nas diversas categorias (na maioria, os infantis) e apenas um da turma de melhor filme - a saber, "Crash". Lá vai o nego véio correr atrás do prejú...

Alguma recomendação de alguém que viu algo dos demais?

terça-feira, janeiro 31, 2006



Minha lista do mercado:
Sabão em pó
Tomate
Queijo
Maionese
Rabanete
Alface
Vinho
Cerveja
Miojo
Banana


"Banana pra quê? Pra enfiar no cú?", diria o Uca.
"Cu não tem acento, Uca", diria o Xarape.
"A banana é pro Nego", diria o Nery.
"Teu pai te enraba, nete?", diria o Nego.
"A cerveja é pra tua mãe vender na zona?", diria o Kornellius.
"Ah loco!", diria o Leleco.
"Esqueceu os ovos. Aliás, conhecem a piada dos ovos?", diria o Kowalski.

É, a intimidade é uma merda, diria eu.

terça-feira, janeiro 24, 2006

Cartaz de filme brazuca?
Surrupiei esta fábula dum blog portuga, shortdickman.blogspot.com
Ela cai muito bem nestes tempos vermelhos que agora se avizinha.

A CIGARRA E A FORMIGA NO MUNDO SOCIALISTA CONTEMPORÂNEO

A CIGARRRA E A FORMIGA
Esta é a versão clássica:

Era uma vez uma formiga que trabalhava duro, de sol a sol, construindo sua toca e acumulando suprimentos para o longo inverno que se aproximava. A cigarra pensou: "Que idiota!" E passou o verão dando gargalhadas, cantando e dançando. Assim passou todo o verão; ao chegar o inverno, enquanto a formiga estava aquecida e bem alimentada, a cigarra não tinha abrigo nem comida, morreu de fome.

Esta é a versão moderna:

Era uma vez uma formiga que trabalhava no duro, de sol a sol, construindo sua toca e acumulando suprimentos para o longo inverno que se aproximava. A cigarra pensou: "Que idiota!" E passou o verão dando gargalhadas, cantando e dançando como nunca. Ao chegar o inverno, a cigarra, tremendo de frio, armou uma barraca de lona na entrada da toca da formiga e convocou toda a imprensa para uma entrevista e exigiu explicações: Porque é permitido á formiga, uma toca aquecida e boa alimentação, enquanto as cigarras estão expostas ao frio e a morrer á fome?

Todos os órgãos de imprensa compareceram á entrevista; tiraram muitas fotos da cigarra trémula de frio e com sinais de desnutrição. As imagens dramáticas na televisão mostraram uma cigarra em deplorável condição, sentada num banquinho debaixo de uma barraca de plástico preto e mais adiante mostraram a formiga em sua toca confortável, com uma mesa farta e variada. O povo ficou perplexo e chocado com o contraste.

A notícia recebe apoio imediato, com a ressalva de que os recursos devem ser dirigidos ao programa Fome Zero do governo, e cogita uma Emenda Constitucional que aumente os impostos para as formigas e ainda obriga as comunidades a promover a integração social das cigarras. A formiga é multada por supostamente não entregar a sua quota de folhas verdes ao Ministério das Folhas e não tendo como pagar todos os impostos e contribuições que foram apurados retroactivamente, pede falência.

A Câmara instala uma comissão de inquérito para investigar a falência fraudulenta de inúmeras formigas abastadas. O Ministério das Folhas nomeia uma comissão de auditores fiscais suspeitando de que as formigas tenham desviado recursos do FF5 (Folhas Frescas nº 5 do Banco Central) e suspeitas de lavar folhas.

A cigarra decide invadir a toca da formiga e lá acampa. A formiga pede ajuda da polícia e esta informa que não dispõe de efectivo para atender ocorrências desta natureza e que também por orientação do Secretário de Segurança que deseja evitar confrontos com os "Sem Toca".

A formiga entra na justiça para obter a reintegração da toca, mas é negado, o juiz invocou um novo ramo do direito, "O Económico" e sentencia que a formiga não provou a produtividade da toca. O Ministério da Reforma Agrária desapropria a toca da formiga, por não cumprir a sua função social, e entrega-a á friorenta e desnutrida cigarra.

O Ministério da Justiça descobriu que a cigarra foi presa no passado, por promover algumas greves, assaltos e sequestros (aliás chamados de crimes políticos), e conseguiu a sua inclusão no grupo dos perseguidos políticos com direito á indeminização federal e pensão vitalícia. E o verão está de volta. As formigas trabalham e as cigarras cantam e dançam...

sexta-feira, janeiro 20, 2006

He-Man And The Masters Of Lebowski.

quinta-feira, janeiro 19, 2006



Essa é pra vocês que não sabem cantar em italiano, bando de nhoranti.
INRI T-Shirt?

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Assunto: Fw: Ferrari Ferrada




Em 18/01/2006, às 14:44, Nery escreveu:

Lembra da Ferrari que bateu num Corcel? Agora o cara aparece
empurrando a mesma em Camboriu.



On Jan 18, 2006, at 2:59 PM, Xarape wrote:

O mais engraçado é que lá atrás tem um garoto roendo a unha que
parece estar vestindo uma camiseta da Ferrari.
E tem um esquilo assassino também saindo do bueiro. Além de imagens
que remetem a 160 filmes oscarizados.


Em 18/01/2006, às 15:07, Carcamano escreveu:

É verdade. E tem um cara lá subindo uma escada com um CD do Led
Zeppelin. E vocês sabem o que acontece se tocar Stairway to Heaven ao
contrário.


On Jan 18, 2006, at 3:10 PM, Xarape wrote:

Fica "Nevaeh Yawriats", que era um músico conhecido por tocar e
dançar músicas que invocavam a neve. O nome, aliás, veio daí. Ele era
gay, e tinha pavor de ratos, o que se explica pelo sobrenome e pela
insistência dele em querer neve. Ratos, como se sabe, não se
proliferam quando neva.

On Wed Jan 18 15:13 , Nery sent:

Só os camundongos brancos é que proliferam na neve, mas ninguém consegue
vê-los de qualquer maneira.


Em Wed Jan 18 15:40, Kornellius escreveu:

Nessas fotos, o nome de quantas bandas vocês encontraram?
Eu já achei 23.

OBS: Isso, em menos de 1 hora.
O Popó É Pop!



Vocês sabem a Noêmia Duque? Ela sabe que eu existo e até falou de mim por aí! Paixonei! (Duvida? Leia aqui, ó.) : P

terça-feira, janeiro 17, 2006

Palavras



Palavras desfiadas, resvaladiças, desidratadas
Palavras jogadas no canto da sala
Encolhidas, lânguidas, cabisbaixas
Palavras enterradas vivas a sete palmos
Morrendo por falta de ar, de sol, de amor
Palavras doloridas, comprimidas, soturnas
Procurando a sombra dos becos, os cantos escuros
A fuga pura e simples, ou o simples disfarce da noite
Palavras notívagas, vampirescas, lobisômicas
Arfantes, desconexas, vociferantes
Carcomidas, condoídas, contraproducentes
Feitas de pó, de vento, de murmúrios e lendas
Palavras dolentes, aflitas, indigentes
Por vezes olvidadas, renegadas, obliteradas
Palavras que são quase nada
Que escapam de quase nenhuma boca
Que povoam quase nenhum papel
Que fazem quase nenhuma falta
Que existem quase que por acaso

Faço minhas estas palavras


Papagaio Entrega Galinha

Em Londres, um papagaio repete frases da dona e revela que ela traía o namorado. Parece piada.

sexta-feira, janeiro 13, 2006



Hoje é sexta-feira 13. Ah, azar.

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Pratique embaixadinhas.
Segundo consta, esta enquete do jornal argentino La Nación tinha a Argentina na liderança. Até que um brasileiro descobriu e...



Vote aqui

quarta-feira, janeiro 11, 2006



Glub Glub

Hoje eu sonhei que morri. How bizarre. Releve aqui as incongruências, já que sonho é sonho, meu filho. Sonhei que estava fazendo mergulho com cilindro numa piscina. De repente, bato em alguém imóvel lá no fundo da areia (sim, areia. E daí?). Puxei o cara pra fora, aos pés de umas pessoas que estavam pescando (!?), juntou gente na borda da piscina, tiraram a máscara, o fone de walkman (!??) e... era eu. Por motivos óbvios, fui o primeiro a tentar salvar(-me). Respiração boca-a-boca, massagem cardíaca, puta-merda-que-desespero-do-caralho. E eu sabia que eu era eu e era ele também. E ele/eu morreu. Bateram no meu ombro, desista, largue, mas eu continuava dando umas porradas no morto. Fiquei olhado aqueles meus olhos entreabertos de defunto e aí comecei uma filosofia de bêbado, do tipo "Mas você é um merda mesmo, nem pra tentar reagir. Você desiste fácil. EU desisto fácil. Nunca viu Tela Quente? Os americanos mortos ouvem os americanos vivos e aí vomitam água e aí babam e aí vivem.".
Acordei péssimo e fui pra cozinha pegar água. Mas não bebi porque fiquei com medo.

segunda-feira, janeiro 09, 2006

Boas Entradas



Comecei o ano novo com uma tal de foliculite na axila. Pereba no sovaco, para ser mais científico e exato. Médico vai, médico vem, resultado: antibiótico e primeira quinzena de 2006 sem poder beber álcool. Isso com um calor em Curitiba que quase obriga o cidadão a uma cerveja. Mas isso não é pior: pior é o desodorante que o doutor mandou manipular na farmácia dermatológica. Uma pasta com cheiro de massa de pão. Me sinto usando um perfume francês, tipo baguete embaixo do braço. Chique, né?
Sabedoria popular com um plus a mais



"A União faz a çúcar."
PERSCRUTAÇÕES PEREMPTÓRIAS DAS
INCONGRUÊNCIAS IDIOSSINCRÁTICAS VIII



















Nestes tempos modernos,
seria Afrodite uma Afro-descendente?

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Mais um almoço bizarro no mundo de Meditabundas

Eis que, no mesmo banco de sempre, no mesmo shopping de sempre, no mesmo dia de sempre, o Uca tira de um bolo de jornal um romã do tamanho de uma jaca e parte o troço com as mãos como se estivesse na colônia (o suco róseo lhe escorrendo pelas mãos), para em seguida oferecer suas partes aos poucos e atônitos meditabundos ali presentes.



Memorável. Existe o projeto inclusive de fundar uma comunidade no orkut: "Eu já comi romã no Crystal".

terça-feira, janeiro 03, 2006

Tam-tam-tam

A TAM é ótima. Tirando o lanche de bordo, que está cada vez pior (hoje em dia é só um sanduichinho), o resto da companhia até que funciona bem. As aeromoças são simpáticas e os comandantes decolam e pousam com certa segurança (os que caem são desligados da companhia, na maior parte das vezes devido a óbito traumático). Há, no entanto, algum problema com o sistema de logística das bagagens.
Na minha recente ida a São Luís, por exemplo, eu cheguei lá inteiro, mas não posso dizer o mesmo da minha mala. Não que ela tenha chegado quebrada, aberta, violada. O fato é que ela simplesmente não chegou. Aliás, ela nem pegou o mesmo vôo. Deve ter ido a Fortaleza ou ao Recife, vai saber. Só sei que eu tive de emprestar roupas do pseudo-vovô da minha filha para poder sair de casa.
Fico imaginando como faz quem não tem um pseudo-vovô da minha filha no seu destino. Fica pelado? Não sai do hotel? Arma o maior barraco no aeroporto para exigir roupas emprestadas? Usa tudo do avesso?
Bom, para a minha sorte, a mala me foi entregue na manhã seguinte.
No domingo peguei o vôo de volta a Curitiba, também pela TAM, desta vez acompanhado pelas minhas duas pequenas. No check-in até brinquei sobre a bagagem, pois agora as chances de extravio eram quatro vezes maiores.
Era uma brincadeira, claro, mas a TAM levou a sério.
Na chegada, veio uma mala, veio a outra, e o carrossel começou a esvaziar, e os demais passageiros foram embora, e a esteira parou, e as luzes piscaram...
- Com licença, é o senhor Ricardo? ? perguntou uma comissária. E foi logo falando que a minha mala havia sido achada num galpão da companhia sei lá onde.
Aí perguntei da caixa (despachamos uma caixa com os brinquedos da pequena) e eles não sabiam de nada. Não havia uma caixa.
A mala chegou na manhã seguinte. A caixa... que caixa?
Ela também chegou, mas só no dia seguinte, quando já fazíamos as contas de tudo que havíamos perdido.
A TAM é ótima. Na verdade é quase perfeita. Basta você levar apenas bagagem de mão e dar um jeito de despistar a fome com balinhas toffee.

sexta-feira, dezembro 23, 2005

À próxima rodada













Oito cabeças. Oito sentenças mais ou menos longas, parecidas com os títulos do Neryldo. Oito bolachas de chope na mesa, como se fossem oito bolachas de vinil da coleção do Nego à espera de uma resenha definitiva entre Kaiser, Antarctica ou Brahma. Sempre oito cadeiras reservadas, pra mais ou pra menos, com o empenho sincero do cético Kornellius. Oito vozes no Crystal ao mesmo tempo, compreendendo-se quase sem se entender, igualzinho às amebas e aos desenhos do Uca no Paintbrush. Oito atitudes diferentes que convergem em decotes ou detalhes, como o raciocínio ácido e rock´n´roll do Leleco. Oito assuntos diferentes, derretendo rápido com o sorvete italiano e o humor cri-crítico do Carcamano. Oito apostas nos manifestos do Xarape pela expulsão da inveja, da mesquinhez e da mediocridade do Congresso, do mundinho e da raça humana. Oito desencontros coletivos no passeio à livraria, cada qual em sua prateleira, mas com alguma coisa em comum que não os Free que sobraram na carteira do kowalski. Só oito. Oi tô cheio de escrever essa merda. Um brinde e mui obrigado aos amigos e colaboradores da casa, pela companhia em mais um ano estranho, assustador e inesquecível.
Homenáge à Trois



Uma tímida felicitação a esses três ânus.
Terceiro



Hoje comemoramos o Terceiro Aniversário do Meditabundas. E como já dizia o Ultraje a Rigor: "pra mim tá lôco de bom".
Meditabundas Com Anos Em Festa



Feliz aniversário pra nós/vocês. ; )

quarta-feira, dezembro 21, 2005

Você sabe que tem alguma coisa errada com o fim do ano se...



...Jesus não aparece na capa de pelo menos uma revista semanal de informação.

Quê mais?

terça-feira, dezembro 20, 2005

O Ministério do Trocadilho Adverte:

Desejo de Feliz Natal. : )

segunda-feira, dezembro 19, 2005

sexta-feira, dezembro 16, 2005



Potresto

Eles estão entre nós. Eles, os puxa-sacos. Compadre, eu não sei se tô ficando velho, ficando chato ou as duas coisas, o fato é que eu não sei mais lidar com isso. Não, não sei. Tô cansado do simples convívio, da observação, da convivência forçada com essa raça. Eles estão aí, na rua, no trabalho. E o que faz uma pessoa ser assim, Jesúis? Será que meu nojo é entojo? Porque não é fácil ser puxa-saco. Tem que se empenhar mesmo, é um lobby sem fim, um teatro improvisado (às vezes não, há muito ensaio). Mas é nojento. E a pessoa sabe que você sabe, mas o que importa é o dono do saco, the boss. Eu, que nunca mandei, só obedeci, pergunto: o que pensa o puxa-sacável? Ele sabe e gosta? Não sabe e gosta?
Eu passo. Não é pra mim. Não quero migalha em troca de babação. Tento dizer o que penso ou, no máximo, recolho-me à minha insignificância no cocô do cavalo do bandido. Prefiro me dar muito mal, mas não rélo nessa putaria. Vai, que puxe o saco, suba na vida e me esqueça. Erght, hoje eu tô com noja.
Falta uma semana para o aniversário de 3 anos do Meditabundas. Tá, e daí?

quinta-feira, dezembro 15, 2005

Quem tem meda do bom velhinho?



Estas crianças, talvez?

quarta-feira, dezembro 14, 2005

Poker Erótico





Um grupo de amigos joga poker despreocupadamente na sala. Entre um gole e outro de uísque, a conversa começa a perder o rumo:
- Vocês já fizeram o Moinho de Vento?
- Não, como é?
- Você fica deitado, assim ó, e a mulher fica em cima de você, girando.
- Ah! Sim, claro!
- Claro!
- Claro!
- Várias vezes!
- E o Pêndulo Grego?
- Hu!
- Sempre.
- É o melhor...
- O melhor mesmo é a Cavalgada Espartana.
- Coisa de louco!
- Nem me fale!
- Hu!
- Cansei de tanto fazer.
- O Estopim de Chernobil...
- Nossa!
- Bem lembrado! Bem lembrado!
- O bom é que, junto com o Estopim dá para fazer com uma Espanhola Vintage, é claro.
- Hu!
- Mas sabe o que eu gosto mesmo? É da Pirâmide Valenda.
- Pirâmide Valenda?
- É... Você coloca ela no nos ombros, de frente para você, assim ó!
- Oh!
- Oh!
- Hmmm!
Eles param por um segundo e ficam olhando para o teto, pensativos, buscando ou criando alguma imagem em suas cabeças.
Nesse momento, o filho adolescente de um deles que está ouvindo tudo no quarto ao lado grita:
- Ô... Pai! E o Ataque Kossaco?
Seu pai cai da cadeira com um Full House na mão.

segunda-feira, dezembro 12, 2005

Recordação do lendário almoço de sexta

sexta-feira, dezembro 09, 2005

O Rock Errou



CPM 22, Detonautas, Cachorro Grande, Dead Fish, Tihuana, Sugar Kane, Natiruts, Maskavo, Tribo De Jah, Marcelo D2, Pitty, Engenheiros Do Hawaii, Tianastácia. Nunca vi festival pra reunir tanta coisa que não presta (também, com um nome desses). Sem dúvida a censura será 18 anos. Maior não entra. Nem vai querer.
Deu na Gazeta

...Pelé vai tirar a terceira bolinha.

quinta-feira, dezembro 08, 2005

PERSCRUTAÇÕES PEREMPTÓRIAS DAS INCONGRUÊNCIAS IDIOSSINCRÁTICAS VII



É. Definitivamente eu acredito em Papai Noel.

quarta-feira, dezembro 07, 2005

Mais do mesmo, eu sei, mas qsf: conforme prometido aqui, eis outro post sobre um dos shows do Pearl Jam no Brasil em 2006. Com usted, o relato de Pedro Franco - woiski, para os íntimos, ui!

*****

Pearl Jam - Rio de Janeiro - 04/12/05 (Por woiski)



Capa dos cadernos culturais de sábado e também do primeiro caderno do jornal O Globo. O jornal estava impressionado com o caráter messiânico dos shows no Brasil e na adoração e fidelidade dos fãs. Ingressos esgotados dias antes do show, como há muito não se via em shows no RJ.

Eu e meu primo de lá, companheiro de vários gigs, inclusive um que eu reluto em admitir que foi divertido (Bon Jovi...) começamos o aquecimento no almoço. Fomos para a casa de um terceiro, com futebol na tv para ver o fim do campeonato. Mengão goleou e fomos para o sambódromo. Táxi, metrô e busão foram usados para chegar e sair de lá. Aquecimento continua na entrada, com vários botecos e lanchonetes instaladas. Bar Luiz, coisa boa, chopp de primeira. Nego me leega quando estava caminhando na passarela do samba para chegar na praça da apoteose. Acenei como bom destaque de carnaval, tchauzinho rainha elizabeth e tal. Arquibancadas vazias, Mudhoney tocando lá no fundo, onde parecia ter muuuita gente.

No meu mundo eu iria conseguir chegar lá na frente. Nada. Lugar entupido, arquibancadas cheias, bonito de se ver. Sem pique pra conquistar espaço e avançar. Ficamos perto da torre, aproveitando que tinha telão e o som estava bom. Fila gigante para comprar cerva, e as malditas faixas dizendo q as vendas seriam interrompidas yadda yadda yadda. A tática de choque e pavor teve que ser aplicada. Um copo na mão e virando outro, pra ganhar tempo. Parênteses: nova schin não é bom para seu organismo.

A banda entra e sai rasgando, como no show de Curitiba. Viva o telão, dava pra ver as expressões de alegria de todos. No começo do show uma mulher me cutuca e fala que se eu continuar pulando e incomodando ela iria me empurrar. Eu respondi bem educado 'Por favor me empurre com força, é o Pearl Jam que está ali'. Não a vi mais, deve ter ido comprar cerveja.

Eddie e sua garrafa de vinho tinto (tava um calor da porra, vai gostar de vinho assim...) arranhou português: 'O Rio de Janeiro é muito legal'. Aí ele puxa um coro 'hey ho, Rio'. Quarenta mil pessoas socando o ar e gritando 'hey ho, Rio' foi de arrepiar. Não consigo lembrar se 'I believe in miracles' veio logo na sequência. Prefiro acreditar que sim, depois confiro. Eles mandaram ver "Daughter", que não teve aqui.

Encontramos no meio do povo o amigo que foi com a gente em 95 no show do Bon Jovi aqui na Pedreira. E também um amigo mineiro, perdido por lá. Uma diferença fundamental pro show de Curitiba foi que o povo pulava e cantava em todo lugar, não apenas os que estavam na frente. Tirando a moça que me ameaçou, craro. Onde eu assisti aqui era eu, Nego e poucos dementes se atirando nas músicas.

Quando começa "Yellow Ledbetter", tradicional desfecho dos shows do PJ, a gente já se posiciona pra sair. Aí termina e ele manda "Baba O'Riley". Foda. De sair pulando até em casa. By the way, a resenha do Alvaro Pereira Júnior sobre o show de sábado, na Folha de SP desta segunda-feira, está sensacional.

PS: não consegui liberar com a operadora os códigos para poder enviar as fotos que tirei via celular. Gravei trechos do show com o celular tb, mas qdo tentei vê-los foi triste. Não dá pra entender nada. Tenho aqui comigo, mostro pra quem quiser.

terça-feira, dezembro 06, 2005

O teaser do terceiro filme dos Homens-Xis já está no ar.

segunda-feira, dezembro 05, 2005


Você assiste ao Jornal Nacional, Homer?


Deu na Carta Capital: para a Globo, o telespectador médio que assiste ao Jornal Nacional é preguiçoso, tem o raciocínio lento e gosta de ficar no sofá comendo rosquinhas e bebendo cerveja. A referência é uma perfeita descrição do Homer Simpson, que dispensa apresentações. As matérias que vão ao ar, então, são escolhidas pelo filtro: "Esta o Homer entende", "Esta o Homer não entende". E a decisão fica nas mãos do apresentador William Bonner, que também é o editor-chefe do Jornal. É a Globo, mais uma vez, servindo ao emburrecimento da Nação.

Clique aqui, Homer.