sexta-feira, julho 18, 2008

domingo, junho 08, 2008

Cuspi aceita Polonaise e vice-versa

Depois de meses de decadência visível, eis que o Meditabundas ressurge das cinzas para mudar a vida de seus leitores. Cuspi e Polonaise, que se conheceram aqui no Meditas, prometeram um monte de coisas ao padre e trocaram alianças no último sábado. Nossa lesmiótica equipe de colaboradores deseja aos dois muitas felicidades e jura que fará um esforço semi-hercúleo para reativar esta bodega.

quarta-feira, abril 16, 2008

Caso Isabella



Foi o Coronel Mostarda na cozinha e com a chave inglesa.
E não se fala mais nisso.

quinta-feira, abril 10, 2008

Para que mentir se você pode chamar mais atenção falando a verdade?

terça-feira, abril 01, 2008

Rumo ao Tenta!



Em reunião extraordinária, todos os integrantes meditabúndicos decidiram voltar a escrever pra dedéu neste blog. A fama e o sucesso nos aguardam!

quarta-feira, março 26, 2008

Vem aí: "Bodas Meditabúndicas"


terça-feira, março 11, 2008

Tropa de Elite

Só ontem que fui ver o Urso de Ouro do Festival de Berlim. Legal. Talvez só não tenha sido mais legal porque demorei tanto para assistir. Já estava enjoando das paródias e das brincadeiras com o jeitão do Cap. Nascimento. Tropa também me fez lembrar de "Cidade de Deus", sendo que lá o Meirelles deu um show na direção. O filme é tenso, tem umas cenas boas, mas de resto é apenas explosivo. Mostra uma realidade que já acostumamos a ver nos jornais. Tem o Wagner Moura detonando como sempre, e é mais ou menos isso. Achei mais legal outro filme que peguei na mesma levada: Paris, te amo. São uns 20 filmes em um. Os curtas têm locais de Paris como pano de fundo para histórias variadas, contadas por diretores conhecidos ou não. Uma delas é de vampiro, bem tosquinha. Mas vale pelas outras 19.

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Nine-hundred and sixty times.

If the name written on the tag, attached to the brown duffel bag he always carries with him, is actually his name, he’s called Dolphin Whilcock. He has a skinny figure and looks like he’s in his late twenties; his face is dirty and needs shaving, his hair hasn’t seen a comb for years. Every two days he shows up at the same corner, where he stays stuck until sunset with his old flannel pajama bottom and gray t-shirt.
He knows precisely how many times the traffic light, located near the old apartment building where he appears to live, goes green everyday. When he is there, standing close to it, just like now, he seems to be hypnotized by the cyclical routine of green and orange and red. He may be wondering why the lights never blink at the same time, but nobody knows what he’s really thinking.
Though people say he can’t understand what the traffic lights mean, he has very clear in his mind that the red light stays on less time than the green one, but, yet, a lot more than the orange one. He has a certain preference for the orange light, maybe because its life is shorter than the others’. His memories are clearly bewildered, but he recalls someone telling him that he should appreciate brief things with intensified sensitivity. That’s why he stays, all day long, admiring the birth, death, and resurrection of the traffic lights. For him, that process represents eternal life, something he would like to have. He understands his life will not blink twice.
When he’s not planted on that corner, Dolphin Whilcock is walking barefoot around the square. He never goes beyond it, because he doesn’t know what waits for him on the other side of the street. He fears the unknown. In fact, when he spends the whole day looking at the traffic lights, he seems to be waiting for a new sign, an omen that will open a new path and set him free.
Everyone who lives in that particular block knows him, but not his history. The ones who try to talk to him aren’t able to sustain an intelligible conversation, because he goes no further than saying “hi.” Some of them provide him with food, which he gladly accepts. When they offer clothes, though, he declines and immediately opens his duffel bag, showing he has some clothes inside it. Nevertheless, he never changes the clothes he’s wearing. He’s made his old and dirty garments his second skin. The stuff he carries in his bag is kept for a special occasion.
“Nine-hundred and sixty times,” he informs a blonde woman who passes by, carrying groceries in a bag. She seems to be in a hurry -- mainly because she doesn’t have an umbrella and some rain drops are starting to fall.
“The green goes on nine-hundred and sixty times!” he shouts to himself, excited by the thunderstorm that’s forming right above his head. When the storm reaches that area, everybody runs, looking for shelter. He remains, gazing fixedly at the traffic lights under the rain, as if expecting a special vision. Suddenly, he faces a lightning-bolt, a huge discharge of atmospheric electricity, which blinds him for a couple of seconds.
When he’s able to see again, everything is different -- dark, almost lifeless. Something calls his attention more than anything else: the orange light is blinking now. There’s no green, no red; just orange. Totally soaked, Dolph grabs his duffel bag, crosses the street and disappears from sight.

(written in Y2K by R.Schrappe)

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Outra Roupa Que Desmancha



Legenda: "Estampa de camiseta revela final de vários filmes".

Fonte: Blue Bus de amanhã. ; )

quarta-feira, fevereiro 06, 2008



O táxi passava por um bairro afastado de Paris. Iam o motorista, ao lado dele sei lá quem, eu no banco traseiro e, do meu lado direito, um senhor marroquino com cara de afegão, barbudo, mas vestido como um bispo da igreja ortodoxa russa. O céu estava cinza e o carro andava rápido por um extensa avenida que se prolongava por uma imensa e suave curva à direita. Olhei para esta direção - portanto com o velho marroquino-afegão desfocado em primeiro plano - e pude ver pelo vidro gorduroso uma fábrica antiga. O carro andava e a fábrica nunca acabava, com seu ar centenário, suas paredes expondo os tijolos marrom-acinzentados que se confundiam com o céu. O velho ortodoxo me falava sobre aquele lugar num português surpreendente e sem legendas. Olhei então pelo vidro traseiro e vi a fábrica ficando para trás. Eu vivia uma expectativa infantil, por isso pedi para alguém tirar uma foto. O senhor marrocofegão tirou uma handycam da bolsa (ele tinha uma bolsa hippie) e apontou para mim, mas era o contraplano do meu ponto de vista e eu queria era registrar a cena da fábrica então foda-se deixa pra lá velho do turbante que imagine claro que não era um turbante e sim um chapéu da igreja ortodoxa que lembrava um quadro bizantino. Enfim, o táxi parou e o velho bizantino disse que era ali que eu tinha que descer. Pisei na areia molhada e reconheci a casa de praia da minha avó. O táxi foi embora. E agora? Acordei com uma puta vontade de mijar.

quinta-feira, janeiro 03, 2008





Alguém, por favor, puxe a orelha desse garoto. Será que o cérebro dele só trabalha dentro das quatro linhas? Não seria o primeiro caso.

sexta-feira, dezembro 21, 2007

O Natal do Mal do Charlie Brown



Toda verdade, além das versões Jihad Christmas e Heavy Metal.

sexta-feira, novembro 30, 2007

Que tal uma partida de "War In Rio"?

quinta-feira, novembro 29, 2007

Uma coisa leva à outra que leva de volta à mesma coisa



Fernando Meirelles, o diretor de "Cidade De Deus", sugeriu que eu lesse o livro "Ensaio Sobre A Cegueira" (na real ele sugeriu a todos os que lêem o seu blog). Disse que era livro que se devora em um final de semana. Duvidei. Afinal é Saramago - aquele cara de quem eu nunca tinha lido uma linha, tendo lido somente alguma coisa acerca de seus escritos e em algum lugar desta alguma coisa alguém dizia que ele escrevia diferente, com parágrafos gigantes, poucos pontos e nenhum diálogo com travessões a separar as falas (como exemplifica este breve trecho). Mas o texto do cara é tão bom que a gente absorve de pronto a ponto de nem estranhar. E se não levei um fim de semana, não demorei tanto mais. Em três dias tinha devorado o livro. Digerir já é coisa pra mais tempo e pensamento. Mas o fato é que o cara escreve bem demais da conta, numa fluidez tão deliciosa que a gente não consegue parar de ler e de querer saber mais e mais. Vale ler antes do filme sair. É, vai rolar um filme do livro, dirigido pelo mesmo Fernando da dica lá de cima. Ainda antes do filme, vale ler também os posts que ele escreve sobre a produção. Porque longe de ser um blá-blá-blá coorporativo pra vender filme, o blog é sobre situações oriundas do insano ato de se fazer filmes, mesclado com as impressões pessoais de quem o está a dirigir. Bem legal.

terça-feira, novembro 27, 2007

quinta-feira, novembro 22, 2007

Eu Freio Para Animais



Hoje vi no vidro traseiro de um carro o seguinte adesivo...

"Crianças a bordo. Seja paciente."

Ué, mas por que estava colado para fora? Não tinha que estar virado para dentro?
Italian Spiderman



Ma que catso è questa porra?

quarta-feira, outubro 24, 2007

Compro férias. Pago com o meu suor. Tratar no Pinel.

segunda-feira, outubro 08, 2007



Eu acho muito legal o slogan da Unimed: "O melhor plano de saúde é viver. O segundo melhor é Unimed." O conceito é forte, as campanhas são legais e tal. Estou inclusive pensando em lançar um plano de saúde chamado VIVER.